"Berrar através de um microfone potente não amendrontará nem sequer o demônio mais nervoso. Nem também o irá o jejum; a não ser que a fome por Deus se torne maior do que a nossa fome por comida. Mas o inimigo não gosta do fato de que nós nos enfureçamos tanto com ele que paramos com tudo, até mesmo refeições. Essa é a base verdadeira de um jejum, nos lançarmos no trabalho de intercessão, uma articulação do inspirado desejo de Deus. Caso contrário, é simplesmente uma greve de fome. Eu nunca soube que eu seria capaz de jejuar por muito tempo, mas eu tive um desejo tão ardente dado por Deus para o fazer, que quarenta dias simplesmente se passaram. Tenho certeza de que o peso que o meu corpo perdeu, meu espírito ganhou: Deus estava em ação no meu ministério.
Jejum talvez seja mais do que jejum de comida. Isaías e Jeremias dizem que o jejum que Deus deseja é o jejum de pecado. Se Cristãos, chorando diante de Deus, decidissem deixar a sua ganância ou inveja, a fofoca, o orgulho ou a impiedade, por pelo menos uma semana, seria muito mais efetivo do que perder o jantar toda noite. Oração, com ou sem jejum, tem que ser "fervorosa", não se aproximando de Deus casualmente, como alguém disse: "empurrando a porta com o ombro desleixado", com as mãos no bolso e uma atitude "Oi Deus!" Quando a igreja primitiva se reunia, eles "levantavam suas vozes a Deus em oração uníssona. Depois que oraram, "o lugar ode estavam reunindo estremeceu; e todos foram cheios do Espírito Santo e anunciaram a palavra de Deus com ousadia" (Atos 4:31). Isso é que é orar! E pregar!"
(trecho da obra"Evangelismo por Fogo, Acendendo a sua paixão pelo perdido" autor: Reinhard Bonnke, postado pela pastora Shirlene no blog da INSEJEC Sobradinho)

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